Posts de Dezembro, 2007

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ricordi ll

In Uncategorized on 31/12/2007 por Marcelo De Angelis

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ricordi l

In Uncategorized on 31/12/2007 por Marcelo De Angelis

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sem título l

In Uncategorized on 10/12/2007 por Marcelo De Angelis

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sem título ll

In Uncategorized on 10/12/2007 por Marcelo De Angelis

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desenhoxdesign

In Uncategorized on 10/12/2007 por Marcelo De Angelis

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Disseram inocentemente que a imagem acima, se mais trabalhada, daria uma estampa de camiseta. Ok, mas isto deveria ser apenas desenho, pura e espontânea expressão pessoal. Hoje em dia porém, isso não basta: o desenho (esse pobre coitado) tem que virar design e estar aplicado à uma função de consumo. Ok, talvez não haja nada de novo nisso – se pensarmos bem, a Santa Ceia, de Leonardo da Vinci, não passa de um painel feito sob encomenda para enfeitar o refeitório de um convento. Se o tal desenho tiver cara de toy então, melhor ainda. Você é muderno e vai fazer com que as pessoas se sintam como tal. Ok: sejamos contemporâneos, o fato de estarmos datando nosso potencial criativo é irrelevante. Só não deu pra entender como a “onda de toys”, uma “tendência forte no mundo todo” pode “reforçar a era da individualização e handmade”.

Pensando melhor, prefiro o ready-made, bem mais espontâneo. E viva Marcel Duschamps, viva Rettamozo e o urinol na galeria de arte.

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cronópios lendo cortázar

In Uncategorized on 10/12/2007 por Marcelo De Angelis

Dia 11 de dezembro, no Porão Loquax, leitura de trechos escolhidos do Jogo da Amarelinha, o Rayuela, de Julio Cortázar.

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pegando o bonde da história

In Fotografia, Uncategorized on 10/12/2007 por Marcelo De Angelis

Cenas de um tempo em que Porto Alegre, minha cidade natal, andava nos trilhos. Ou sobre trilhos. Mais do que bondes, ruas, prédios comerciais e roupas de outras épocas, o que vejo aqui é um exemplo de como a tecnologia e as mídias de cada época influenciam e definem nosso modo de pensar e de ver as coisas. Para quem nasceu até meados dos anos 70, o passado é sempre algo matizado de cinza, como visto nos álbuns de família, em filmes de Hollywood e nos programas de TV. As pessoas até mesmo sonhavam em preto e branco. Difícil imaginar que, quando nossos pais eram jovens, o céu era também azul e o batom das moçoilas em idade de casar fosse de um vermelho escarlate que deixava os rapazes tentados a se tornarem homens sérios. As imagem coloridas que aqui aparecem são um raro exemplo de que a vida é igual para todos e hoje não somos nem melhores nem piores do que foram os que vieram antes de nós.

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