
In Crônica, Fotografia, Uncategorized on 29/01/2008 por Marcelo De Angelis

Naquela vida que não me lembro devo ter sido outro tipo de pessoa. Um explorador, um pirata, navegador, índio… Devo ter me criado no mato, de pés descalços, andando na floresta, me orientando pelas estrelas num tempo em que não havia luz elétrica. Ah, eu gosto de luz elétrica e de banho quente, sim. Eu gosto de tecnologia, de novidade, de modernidade. Mas nada me descansa no mundo urbano. Descanso é na noite bem escura, no cheiro de bosta de vaca, na onda que bate nas pedras e na trilha do meio do mato onde cantam muitas cigarras. Descanso é usar uma bússola e não precisar de sinaleiras.
Por Silvana B. Morandi. Postado no FOTO e CONTEXTO em 1/28/2008 06:15:00 PM

In Fotografia on 28/01/2008 por Marcelo De Angelis

Domingo, 27 de janeiro de 2008, Curitiba.
“Ego sum Renatus Cartesius, cá perdido, aqui presente, neste labirinto de enganos deleitáveis, – vejo o mar, vejo a baia e vejo as naus. Vejo mais (…) Do parque do príncipe, a lentes de luneta, contemplo a considerar o cais, o mar, as nuvens, os enigmas e os prodígios de Brasília “…
- O Catatau, Paulo Leminski. Foto: Gilson Camargo.

In Fotografia on 25/01/2008 por Marcelo De Angelis

In Uncategorized on 02/01/2008 por Marcelo De Angelis

In Uncategorized on 02/01/2008 por Marcelo De Angelis

In Uncategorized on 02/01/2008 por Marcelo De Angelis