Um haicai clássico, sempre citado quando alguém discorre sobre este tipo de poesia vinda do Japão. No idioma original a leitura é feita na vertical, , de cima para baixo e da esquerda para a direita.

Na tradução brasileira de Paulo Franchetti e Elza Doi ficou assim:
O velho tanque
Uma rã mergulha,
Barulho de água.
Sobre este mesmo poema de Bashô, já se debruçaram pesos pesados como Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Paulo Leminski e outros. Nada teria a acrescentar ao tema, não fosse o prurido brasileiro em usar a palavra haiku, tal como é praticada no mundo inteiro. E é justamente esta sonoridade escatológica que fez render coisas como…
Velha privada
Haiku abrindo
Cada pum!
ou por outra
Velho vaso
Merda solta
Barulho de água










qua qua qua!
Parece coisa do Desencannes.
“Luftal é Pá Pum!”
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