Arquivo da categoria ‘Desenho’

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vinum lac senum juvenis venenum

In Desenho on 10/11/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado: ,

deangelix_in_vino_veritas

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desenho

In Arte, Desenho on 10/11/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado:

troglo2

Manipulação digital sobre desenho original de Alexandre Magno.

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soneto

In Arte, Desenho, Poesia on 07/11/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado: ,

deangelix_luz

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Hölderlin

Luz não se vê tão límpida
quanto, inundando a casa,
aquela que extravasa
fugaz de qualquer lâmpada
que, de repente, exalte-
-se e atinja, por um átimo,
à beira do blecaute
mais último, seu ótimo.
Cega ao fulgor, a orelha
talvez capte de esguelha
um ultra-som que, esgar-
çador como um lamento,
provém do filamento

no afã de se queimar.

Nelson Ascher

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esfinge

In Arte, Desenho on 07/11/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado:

devora-me ou te decifro

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um traço de sombra

In Arte, Cinema, Desenho, Literatura on 07/11/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado: , , , , , ,

film noir

Marcelo De Angelis, bico de pena

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retrovision

In Arte, Desenho on 07/11/2009 por Marcelo De Angelis

Imagem12

Imagem13

Imagem14

Imagem15

Ilustrações em estilo antigo de Patrick Leger, artista californiano.Visto em agaudi.wordpress.com

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:Dshirts_descartes com lentes descartáveis

In Arte, Desenho, Design, Poesia, tipologia on 29/08/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado: , , , , , , , , , ,

d-shirts_descartes_deangelis

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não adianta, johnny: você sempre irá cheirar a peixe!*

In Cinema, Desenho on 27/08/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado: , , ,

deangelis_1940>porfocacruz

Este blog, editado desde fins de 2007 e cujo número de leitores permanece heroicamente próximo zero, sempre foi dedicado exclusivamente à minha própria produção de texto e imagem. Ao abrir uma janela para trabalhos de terceiros, como no caso dos posts abaixo, não poderia faltar material criado por curitibanos. Artistas curitibanos vivem citando uns aos outros em seus respectivos blogs e não me parecia que tivesse algo a acrescentar à essa espécie de diálogo intra-uterino, essa conversa entre primos que moram e frequentam as mesmas casas desde os anos oitenta. Vindo de outra cidade, não aprendi a andar de bicicleta no Jardim Ambiental, não estudei no Medianeira ou no Colégio Paranense, nem conheci o Paulo (é assim que chamam o Paulo Leminski aqui) pessoalmente. Quando cheguei, no finzinho da década de oitenta, o único shopping center da capital do Paranea não abria no fim-de-semana e nos bares só tocava Raul e cover de Eric Clapton e Pink Floyd. A cena local não parecia muito estimulante. Eram outros tempos: o Muro de Berlim estava caindo, eu tinha fugido do Muro da Mauá, em Porto Alegre, e Curitiba parecia Patópolis. Uma pacata cidade onde os sobrinhos do Pato Donald saíam de casa, viravam a esquina e na página seguinte já estavam num bosque. No caso, do Bosque do Papa. Mas acabei gostando da cidade e, depois de fugir dela algumas vezes, voltei pra ficar.  Curitiba é assim mesmo: desvenda-se aos poucos para os recém-chegados. Forasteiros aqui se deixam enganar facilmente, achando que já estão perfeitamente integrados ao ritmo e às idiossincrasias locais. Ledo engano, há uma espécie de barreira invisível que limita a circulação de quem veio de fora. Não é xenofobia. É que simplesmente não há lugar pra todo mundo no coração do curitibano. E tem uma hora em que o visitante tem de sair de cena para dar lugar aos que já são da casa.

O desenho acima é do Foca Cruz, artista excepcional, que dispensa maiores apresentações e que conheci apenas há poucos anos. Foi feito em mil novecentos e oitenta e poucos, em algum primitivo computador, com um mouse que precisou vir de São Paulo e em um software especialmente desenvolvido por algum amigo abnegado. A imagem por si só já é muito bonita, muito expressiva. Porém, o desenho “falou” um pouco mais comigo por dois outros motivos: primeiro, na época em que foi feito (e eu nunca havia ouvido falar no Foca e vice-versa) eu andava também bebendo da mesma fonte, o cinema noir. E desenhava muito isso. Segundo, e segundo o próprio autor, o personagem guarda alguma semelhança física comigo. Não vi isso imediatamente, mas acabei concordando com ele. A largura do rosto e da boca, algo assim. Imagino que fosse esse também o meu olhar na época, enquanto perambulava sozinho pelas ruas da cidade. Ao me reconhecer no desenho, me vi também reconhecido por Curitiba. Como se tivesse ganho meu próprio lugar na cidade, sei lá. Deve ser coisa da idade. Com o tempo, a genta acaba romantizando tudo. Valeu, Foca. Gostei de ver.

* – frase típica do film noir.

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kraw(no bico de)penas

In Arte, Desenho, Fotografia on 26/02/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado: , ,

 

 

krawpenas_deangelix1

Fotógrafos apresentam uma coreografia característica enquanto trabalham. Em busca do melhor ângulo, acabam eles próprios criando ângulos inusitados, cubistas, ao curvar o corpo, abrindo, esticando ou curvando as pernas. Fotógrafos escondem o rosto enquanto revelam o que vêem. E o que nos mostram, muitas vezes, é o que gostaríamos de ver, não estivessemos tão distraídos.

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In Arte, Desenho, Poesia on 11/02/2009 por Marcelo De Angelis Etiquetado: ,

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